sexta-feira, junho 25, 2004

Anedotas de alentejanos






Uma comadre estava zangada com o seu marido, ao discutirem Ă s tantas ela diz para ele, Ă’ homem tu ainda te atreves a olhar para mim?
Diz-lhe ele numa num tom conciliador:
Que queres Ăł mulher chega a uma altura que a gente acaba por se acostumar a tudo!

Um alentejano vai no comboio regional e dá-lhe uma grande "caganera".
Vai para o WC mas está fechado... decide aliviar-se no corredor...
Entretanto chega o revisor e diz:
- "Sinto muito, mas vai ter de me acompanhar, e vou ter de dar parte ao chefe"
Ao que o alentejano responde:
- "Concerteza, e por mim até a pode dar toda..."


Chega um JaponĂŞs a um bar no Alentejo e diz:
- Soyha toyha poyha Coca-Cola !
Diz o Barmam muito admirado:
- O mĂŞ amigo disse que queria uma garrafinha bem fresquinha do quĂŞi ????


Dois mĂ­udos alentejanos:
- Epá, porreiro, agora tenho um papagaio que diz tudo, diz "olá", "tás bom".
- Grande coisa, tenho lá em casa uma garrafa que diz "água das pedras".


Dizia um caçador lisboeta numa taberna do Alentejo:
- Hoje cacei 100 coelhos, 200 perdizes, 300 tordos.
Diz-lhe um alentejano:
- AtĂŁo uncĂŞa Ă© tal e cal coma mim.
- Ah! Então o senhor também é caçador?
- N� SENHORI, SOM MUNTA MENTIRÔSO...


Dois lisboetas iam pelo Alentejo, quando encontram um Alentejano sentado à sombra de uma azinheira. Resolvem chateá-lo um pouco e perguntam:
- Compadre, quanto tempo falta para chegar onde queremos ir?
- Uns 10 minutos, responde o alentejano.
- Mas como, indaga um dos lisboetas?
- É que esse é o tempo que demora para chegar onde eu caguei, e vocês estão com cara de quem quer ir à merda...

Numa das primeiras campanhas eleitorais depois do 25 de Abril, um partido de direita, para captar a simpatia dos alentejanos, prometeu que se fosse governo os alentejanos só trabalhariam seis meses por ano. Os partidos de esquerda, para não ficarem mal vistos, começaram a prometer que se fossem governo os alentejanos só trabalhariam um mês por ano. Num dos comícios em que só se falava em trabalhar um mês por ano, um alentejano, mais velho e desconfiado, pergunta a outro:
- Ó compadre, estou a ouvir bem ??!! O nosso candidato está a prometer que se for governo só vamos trabalhar um mês por ano ?
- É verdade compadre. Só vamos trabalhar 30 dias por ano.
- Ó compadre, e desses 30 dias quantos dias vamos tirar para férias ?


O primeiro ministro foi a barragem do Alqueva e no seu discurso disse:
- Prometo que esta barragem fica pronta daqui a 40 anos.
Um alentejano que estava a ouvir disse para o outro:
- Eh compadre, lá estão estes gajos com a mania das pressas.


Um alentejano vem a Lisboa e mete-se num taxi Mercedes. A estrela a meio do capôt chama-lhe a atenção e pergunta ao taxista para que serveaquilo . Perante tal pergunta o taxista resolve gozar com ele e diz-lhe que é um ponto de mira.
- Um ponto de mira para quĂŞ?
- Está vendo aquela srª ali? Pois olhe.
E aponta o taxi em direcção à senhora e, no último momento, desvia o taxi. Para seu espanto, ouve um estrondo e vê a sra. pelo ar.
- Um ponto de mira, mas se eu nĂŁo abria a porta nĂŁo acertava na mulher!!! - diz o alentejano.

Um alentejano casou com uma ganda mula duma sueca e cinco anos depois quando estavam a comemorar o aniversário de casamento o alentejano resolve confessar uma coisa à sua mulher:
- Sabes, querida, eu nunca te tinha dito isto antes porque não sabia qual é que seria a tua reacção, mas acho que tenho mesmo que te confessar: É que eu sou daltónico...
- Pois é, amor, eu também tenho uma coisa para te confessar: Eu não sou sueca, sou Africana!


No Alentejo era costume se colocar um par de cornos em cima do capôt dos automóveis. Um compadre queria enfeitar assim o seu carrito, e lembrou-se lá do seu compadre que criava vaquinhas e foi-lhe fazer uma visita.
- Compadre, eu queria uns cornos para enfeitar o meu carro, voce mecĂŞ nĂŁo me arranja uns?
- Está bem compadre, quando eu matar uma vaquinha arranjo-lhe isso.
Duas semanas depois, estava o primeiro a passear na sua bicicleta e passa Ă  porta do compadre e este chamo-o.
- Compadre, já tenho a encomenda que me pediu.
- Que maçada, agora estou com a bicicleta, como vou levar isso?
- Não faz mal. Vai a pé e leva a bicicleta numa mão e os cornos na outra.
E lá foi, pelo caminho passa por outro compadre e este diz-lhe:
- ĂŠ compadre!!!! NĂŁo me diga que teve um acidente.